18 junho 2007

São Paulo, Capital.

Onde já se viu um grupo cavalgando tranqüilamente pelas ruas de São Paulo? Só mesmo no Blablablas da Pereira! O Correspondente Especial da Pereira para Esportes Eqüestres e Assuntos Afins transitava pela região Sul da cidade quando registrou o passeio pra você. Enquanto isso, eu continuo me perguntando: cadê a tão comentada selva de pedra?

16 junho 2007

No meio do caminho tinha uma árvore. Tinha uma árvore no meio do caminho.







Onde é que já se viu uma Ferrari batida em plena Marginal do Pinheiros, em São Paulo? No Blablablas da Pereira, é claro. E o Correspondente Especial da Pereira para Assuntos de Acidentes Non-sense com Carros Importados - que chegou ao local dois minutos depois do ocorrido - registrou até a árvore pra você.
Comentando o acidente em notícia publicada no UOL, a reportagem da Folha OnLine disse que "ainda não há confirmação sobre as causas do acidente ou o motivo que levou o motorista a deixar o local." Mas, para isso, a Pereira (acha) que tem uma boa explicação: se você estivesse dirigindo uma Ferrari a quase 200 km por hora, perdesse o controle do veículo, batesse numa árvore e destruísse uns 500 ou 600 mil reais sem machucar ninguém, ficaria parado em plena Marginal esperando mais o quê?
Para a Pereira, a única coisa que de fato não ficou bem esclarecida foi a razão pela qual o seu Correspondente Especial para Assuntos etc estaria transitando por aquela região justamente num sábado, pouco depois do meio-dia. Mas isso é um outro assunto que ela resolve off-line.

12 junho 2007

Clique para ampliar e veja o nome da passarela. Pois é.


Não tenho nada contra homenagear o Marcelo Fromer. Muito pelo contrário, já que sempre fui fã. Por isso mesmo, toda vez que passo pela Juscelino Kubitschek e vejo isto, me irrito. Afinal, dar a uma passarela de pedestres o nome de alguém vitimado por atropelamento é, no mínimo, de péssimo gosto. E se a intenção era a de fazer um alerta, pior ainda: melhor teria sido construir uma passarela de pedestres na Avenida Europa. E batizá-la como “Passarela do Museu” ou algo assim.

09 junho 2007

Jabuticabeira também é cultura.

Esta aqui fica na Livraria da Vila, fazendo sombra para as mesinhas do bar. Imperdível.

Mais uma da série "cadê a selva de pedra?"

Região sudoeste de São Paulo. Esta é a paisagem que se vê dos fundos de um edifício que fica na Faria Lima. Ao fundo, o espigão da Paulista.

Auditório Ibirapuera - frente

Auditório Ibirapuera - saguão

Auditório Ibirapuera - verso

Dentro da porta vermelha, um palco para abrigar uma orquestra inteira. Se você ainda não foi até lá, clique na foto para ampliar e calcule o tamanho pelos cavaletes que estão na parte inferior, à esquerda. Bravísssimo! E, como bem lembrou um dos nossos visitantes em seu comentário, melhor do que apenas ver é aproveitar para "ouvir": confira a programação em www.auditorioibirapuera.com.br e aproveite!

Nem por decreto.

Não sei quem é que anda inventando moda ultimamente, mas tenho um comentário a fazer: disgusting!

Nem por decreto II, a missão.

Não entendo como qualquer pessoa com mais de 12 anos de idade pode ter a bárbara coragem de usar um treco desses a não ser, talvez, pra lavar o quintal ou na privacidade de um centro cirúrgico. Pessoalmente, eu não usaria nem sequer nestas circunstâncias.
Os entusiastas dão a velha desculpa do conforto. Não existe ninguém mais favorável do que eu ao conforto, tanto que há anos adotei o velho e bom All Star como “uniforme”. E, como não poderia deixar de ser, fui amplamente criticada por aqueles e aquelas que, até então, acreditavam que em nome do bom gosto e da feminilidade “mulher não sente frio” e “mulher não tem dor nos pés”. Tudo bem: os tempos mudam, as pessoas mudam, os costumes e comportamentos sociais mudam e eu também sou favorável a mudanças. Mas juro que não sei o que pensar quando vejo até mesmo respeitáveis pais de família desfilando "confortavelmente" suas crocs coloridas por aí. Disgusting outra vez. E viva a Melissinha.

07 junho 2007

Você viu o pôr-do-Sol de hoje?

O Blablablas da Pereira não apenas viu, como registrou pra você. Clique na foto se quiser apreciar (ou depreciar) melhor. Em tempo: o sol está se pondo mais ou menos na direção do Palácio do Governo, no Morumbi: região sul de São Paulo.

Repare no reflexo do lado oposto.

E repare também no helicóptero que está no centro da foto. Agora imagine no focinho de quem foi que ele manobrou para pousar e sair do heliponto. Eis aí um Esquilo que mete medo na Pereira.

05 junho 2007

Clique para ampliar e confira: cadê a tal "selva de pedra"?

Região Sul de São Paulo (você reparou que o trecho mais poluído parece ser justamente o Paraíso? Pois é, tem coisas que nem o Blablablas da Pereira consegue explicar pra você.

30 maio 2007

28 maio 2007

Praticamente um beija-flor

Meu amigo Wagner, que é infinitamente mais paciente e talentoso do que eu, fez estas duas fotos de um morcego polinizador. Esta espécie se alimenta de frutas e toma água nas plantas, como um beija-flor. Clique para ampliar e repare nos detalhes: é um serzinho delicado que não tem nada de horripilante e muito menos de "rato que voa", como muitos querem crer. E repare na linguinha de fora: até parece um cachorro quando acaba de tomar água.
Informação importante: nunca coloque açúcar na água dos bebedouros: além de atrair formigas, vespas, moscas e abelhas, é muito ruim para a saúde dos pássaros e dos morceguinhos, também.

27 maio 2007

A Marginal do Pinheiros está bem bonita.

É só tampar o nariz e aproveitar a paisagem.

25 maio 2007

Aliás, São Paulo é linda...

... vista lá de cima. Mas experimenta descer às 19h, experimenta! Rararará! As luzes vermelhas da esquerda estão na Funchal e as brancas, da direita, na Nações Unidas e Marginal, sentido Pinheiros. Se você ampliar a foto, vai ver no canto superior direito as lanternas da pista sentido Santo Amaro. Desnecessário dizer quanto tempo eu demorei pra chegar em casa.

09 maio 2007

Experiências enriquecedoras II – no ônibus outra vez

Antes de ontem sentou-se ao meu lado um rapazinho lindo de uns 15 ou 16 anos, que talvez eu nem tivesse notado se não sentisse claramente que ele estava lendo o meu livro, junto comigo.

Pensei em dar um jeito de mostrar-lhe a capa, mas o danado do Gore Vidal é tão envolvente que me distraí e, quando dei por mim, havia um adulto acomodado no seu lugar e ele já estava perto da porta, pronto para descer. Lamentei a distração e voltei ao parágrafo interrompido, mas mal tive tempo de ler duas letras quando vi um dedo se aproximando da minha mão. Na outra ponta do braço, o rapazinho todo sem jeito me perguntava o nome do livro.

“Criação”, respondi enquanto exibia a capa: “leia, que você vai gostar”. E a porta se abriu, o menino desceu e eu ganhei o dia. Afinal, testemunhar um jovem de 15 ou 16 anos se interessando por quase 800 páginas de história antiga só pode ser sinal de que existe um túnel, em algum lugar.

07 maio 2007

Duzentos gramas de agilidade, por favor.

Quem almoça fora de casa a semana inteira, sabe: uma excelente escolha é o restaurante a quilo. Mais prático, opções para todas as dietas, mais rápido e, na maior parte do casos, mais barato também. O único problema é a indecisão de quem está se servindo na sua frente.

Você já reparou nessa dúzia e meia de pessoas e nas sofisticadas técnicas que elas conseguiram desenvolver para impedir que a fila vá em frente e garantir que você consiga se atrasar?

Existem os que escolhem as folhas de alface (por mais fresquinhas que todas estejam), aqueles que levantam todos os bifes da bandeja para olhar do outro lado (jamais consegui descobrir a razão), aqueles que simplesmente estacionam, com o olhar perdido na comida, aqueles que têm dúvidas sobre a quantidade de arroz, aqueles que páram de se servir para bater papo, aqueles que levam horas para colocar um fio de azeite sobre a salada, aqueles que simplesmente não conseguem se decidir e aqueles que entram na fila bem na hora do rush com duas ou três embalagens de alumínio e ficam imaginando o que devem colocar dentro delas.

E o mais interessante é que, olhados de longe, todos parecem normais.